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Lengalengas

Malmequer, bem me quer

Malmequer, bem me quer, 
muito, pouco, nada. 
Eu gosto de ti do sol e do mar. 
E de todos os meninos, 
que vejo a brincar. 
Malmequer, bem me quer, 
muito, pouco, nada. 

Outro
 

Malmequer, bem me quer,

muito, pouco, nada.

Eu gosto de ti do sol e do mar.

E de todos os meninos,

 que vejo a brincar.

Malmequer, bem me quer,

muito, pouco, nada.

Um Atum,

Dois Bois,

Três Inês,

Quatro Pato,

Cinco Brinco,

Seis Anéis,

Sete Filete,

Oito Biscoito,

Nove Chove,

Dez Lava os Pés,

Onze Os sinos de Mafra são de Bronze

Varre, varre vassourinha

Varre, varre vassourinha

Varre bem esta casinha

Se varreres bem dou-te um vintém

Se varreres mal dou-te um real

Pico pico saltarico

Salta a pulga p’ró penico

Do penico p’rá balança

Disse o rei que fosse à França

Buscar o D. Luís

Que está preso pelo nariz

Os cavalos a correr

As meninas a aprender

Qual será a mais bonita que se irá esconder ?

O que está na gaveta?

O que está na gaveta?
Uma fita preta.
O que está na varanda?
Uma fita à banda.
O que está na janela?
Uma fita amarela.
O que está no telhado?
Um gato pingado.
O que está no poço?
Uma casca de tremoço.
O que está atrás da porta?
Uma velha torta.
O que está no ninho?
Um passarinho
Vamos ver se ele chia?
Chiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!

O que está …?

O que está na varanda?

Uma fita de ganga

O que está na panela?

Uma fita amarela

O que está no poço?

Uma casca de tremoço

O que está no telahado?

Um gato malhado

O que está na chaminé?

Uma caixa de rapé

O que está na rua?

Uma espada nua

O que está atrás da porta?

Uma vara torta

O que está no ninho?

Um passarinho

Deixa-o morno

Dá-lhe pãozinho

Quem está …?

Quem está no telhado?

Um gato assanhado

Quem está na janela?

Uma pata amarela

Quem está na varanda?

Um urso panda

Quem está à porta?

Um burro da horta

Quem está no jardim?

O lindo pinguim

Quem está no poço?

Um cão com um osso

Quem está no portão?

Um bicho que fala, chamado João

Pico, pico saranico

Pico,pico saranico,

Quem te deu tamanho bico?

Foi a filha da rainha

Que está presa na cozinha.

Salta a pulga na balança

Dá um pulo vai a França.

As meninas a correr

As meninas a aprender

A mais bonita de todas

Comigo se há-de esconder

Os 10 soldadinhos  

Marcham 10 soldados, ai, mas como chove!
Um escorregou na lama, só ficaram 9.
Os nove soldados cearam biscoito,

um comeu demais, só ficaram 8.
Os oito soldados seguem o cadete,
Perde-se um na estrada, só ficaram 7.
Vão sete soldados apanhar papéis,
Um foge para casa, só ficaram 6.
Estes seis soldados acharam um brinco,
Um vai ao ourives, e só ficaram 5.
Os cinco soldados encontraram um rato,
Um foge assustado, e só ficaram 4.
Os quatro soldados vão lavar os pés,
Cai um no ribeiro, e só ficaram 3.
Ficam três soldados a guardar os bois,
Um vai para toureiro, e só ficaram 2.
Dos dois um deitou-se a fazer ó – ó,
Foi-se embora o outro, e ficou 1 só.
Este era o tambor, e fez: trrum-tum-tum
Cai de cansaço, não ficou nenhum.

Sola, sapato

Sola, sapato,
Rei, rainha
Foi ao mar
Buscar sardinha
Para a mulher
do juiz
Que está presa
Pelo nariz;
Salta a pulga
Na balança
Que vai ter
Até à França,
Os cavalos
A correr
As meninas
A aprender,
Qual será
A mais bonita
Que se vai
Esconder?

Casa do João

Aqui está a casa
que fez o João.
Aqui está o saco do grão e feijão
que estava na casa
que fez o João.
Aqui está o rato
que furou o saco de grão e feijão
que estava na casa
que fez o João.
Aqui está  o gato
que comeu o rato
que furou o saco de grão e feijão
que estava na casa
que fez o João.
Aqui está o cão
que mordeu o gato
que comeu o rato
que furou o saco de grão e feijão
que estava na casa
que fez o João.

O tempo  
 
O tempo pergunta ao tempo
Quanto tempo o tempo tem.
O tempo responde ao tempo
Que o tempo tem tanto tempo
Quanto tempo o tempo tem.

O último andar

No último andar é mais bonito:

Do último andar se vê o mar.

É lá que eu quero morar

O último andar é muito longe:

Custa-se muito a chegar.

Mas é lá que eu quero morar.

Todo o céu fica a noite inteira

Sobre o último andar

É lá que eu quero morar.

Quando faz lua no terraço

Fica todo o luar.

É lá que eu quero morar.

Os passarinhos lá se escondem

Para ninguém os maltratar:

No último andar

Dlá se avista o mundo inteiro:

Tudo parece perto, no ar.

É lá que eu quero morar:

No último andar

A criada lá de cima

A criada lá de cima
É feita de papelão,
Quando vai fazer a cama
Diz assim para o patrão:
– sete e sete são catorze,
com mais sete são vinte e um,
tenho sete namorados
e não gosto de nenhum.

Cavalinho, cavalinho

Cavalinho, cavalinho
Que baloiça e nunca tomba,
Ao montar meu cavalinho
Vôo mais do que uma pomba.

Cavalinho, cavalinho
De madeira mal pintada
Ao montar meu cavalinho
As nuvens são minha estrada.

Cavalinho, cavalinho
Que meu pai me ofereceu
Ao montar meu cavalinho
Toco as estrelas do céu.

Chorro morro, pica forro

Chorro morro, pica forro
Salta pulga da balança
Dá um pincho, põe-te em França.
Os cavalos a correr,
Os meninos a aprender.
Qual será o mais bonito
Que se vai esconder?

Quem está no telhado?

Um gato assanhado.

Quem está na janela?

Uma pata amarela.

Quem está na varanda?

Um urso panda.

Quem está à porta?

Um burro da horta.

Quem está no jardim?

O lindo pinguim.

Quem está no poço?

Um cão com um osso.

Quem está no portão?

Um bicho que fala, chamado João

Se tu visses o que eu vi,

 

Se tu visses o que eu vi,

havias de te admirar.

Uma cadela com pintos,

uma galinha a ladrar.

Se tu visses o que eu vi,

havias de te admirar.

Uma cobra a tirar água,

e um cavalo a dançar.

Se tu visses o que eu vi,

havias de te admirar.

Uma abelha a grunhir,

e um porco a voar

A galinha mais o pato

 

1,2,3,4

A galinha mais o pato

Fugiram da capoeira

Foi atrás a cozinheira

Que lhes deu com um sapato

A Cidade do Penteado

Vamos lá imaginar

A Cidade do Penteado

Onde as casas para variar

Têm cabelo e não telhado.

Na Rua da Chamusca,

Mesmo junto ao passeio,

Fica uma casa patusca,

A casa do risco ao meio.

No largo Pinto Calçudo,

Mesmo em frente ao mercado,

Há um prédio barrigudo,

O prédio do Risco ao Lado.

No beco sarapintado

Há uma casa escondidinha

Com o telhado cortado

Mesmo rente, à escovinha.

Logo a seguir, na Travessa,

No Jardim dos Girassóis

Há um prédio com a cabeça

Cheiinha de caracóis.

Na Praça do Nabo Cozido,

A casa das Três Chaminés

Usa o cabelo tão comprido

Que quase lhe chega aos pés.

E na Avenida Maria

-casa levada da breca-

A casa da minha tia

Tem o telhado careca

Bati à porta nº

Bati à porta do número 1 vi uma menina a dançar com um atum

     2 com os bois

 3 com um chinês

     4 com um pato

                  5 com um brinco

     6 com os reis

7 com um valete

    8 com um biscoito

   9 com um bigode

                                                                                10 com os pés

Tenho um cãozinho

Tenho um cãozinho

Chamado Totó

Que me varre a casa

E me limpa o pó

Ele também gosta

De lamber a mão

À noit ao deitar

Faz sempre ão, ão, ão

Cão

 

Estava um cão

Debaixo de um carro,

Veio outro cão

E mordeu-lhe o rabo.

Baila

Baila o cão

Baila o gato

Baila o feijão carrapato

Carrapato, carrapatinho

Baila mais um bocadinho

Gatito

Bichinho gato

Que comeste tu?

Sopinhas de leite

Guardaste-me uma delas?

Guardei, guardei

Onde as pusete?

Atrás da arca

Com que as tapaste?

Com o rabo da gata

Sape,sape, sape gato

Sape, sape, sape gato.

Ratinho foi ao baile

 

Ratinho foi ao baile

De cartola e jaquetão

Sapato de bico fino

E uma luva em cada mão

Encontrou uma carochinha

Que dançava no salão

Ratinho se aproximou

Aproximando a sua mão

Convidou-o para dançar

Ela respondeu que não

Carochinha estava noiva

E não quis complicação

Ratinho muito triste

Do fundo do coração

Pegou na sua cartola

Retirou-se do salão

O Rato

O rato roeu a rolha da garrafa do rei da Rússia

Rei

 

Rei, capitão

Soldado, ladrão

Menina bonita

De bom coração

Tão baladão

 

Tão baladão,

Cabeça de cão.

Orelha de burro,

Sabe a leitão.

Tão baladão

Soldado ladrão,

Menina bonita

Não tem coração.

Tão baladão

Senhor capitão,

Espada na cinta

Sineta na mão

Tão baladão

Cabeça de cão.

Orelhas de gato,

Não tem coração.

Tão baladão

Cabeça~de cão,

Cozida e assada

No meu caldeirão.

Tão baladão,

Senhor capitão

Orelha de porco

P´ra comer com feijão.

Chove chuvisca

 

Chove chuvisca

Água mourisca

Filha de rei

Maria Francisca

Chuva

 

A chover

A trovejar

E as bruxas

A dançar

A chover

A fazer sol

As bruxas

A comer pão mole

Chove …

 

Chove na relva

Chove nas árvores

Chove na varanda

Mas não em cima de mim

Chove na rua

Chove no automóvel

Chove em cima do cão

Mas não em cima de mim

Arre burro

 

Arre burro para são Martinho,

Carregado de pão e vinho.

Arre burro para Loulé,

Carregado de água pé.

Arre burro para Monção,

Carregado de requeijão

Arre burrinho, arre burrinho,

Sardinha assada com pão e vinho.

Horas de sono

 

Quatro horas dorme um santo,

Cinco o que não é tanto,

Seis o caminhante,

Sete o estudante,

Oito o preguiçoso,

Nove o porco,

Mais, só o morto

Velha Maricutelha

Era uma vez uma velha

Maricutelha ferrunfufelha

Ferrou-lhe uma mosca

Maricutosca ferrunfufosca

E foi-se queixar ao juiz

Marucutiz ferrunfufiz

E o juiz maricutiz ferrunfufiz

Disse à velha

Maricutelha ferrunfufelha

Quando visse uma mosca

Maricutosca ferrunfufosca

Lhe desse com a moca

Maricutoca ferrunfufoca

E a velha

Maricutelha ferrunfufelha

Ao ver uma mosca

Maricutosca ferrunfufosca

Na careca

Maricuteca ferrunfufeca

Do Juiz

Marucutiz ferrunfufiz

Deu-lhe com a moca

Maricutoca ferrunfufoca

Era uma vez

 

Era uma vez

Um rei e um bispo

Acabou-se o conto

Não sei mais do que isto.

Era uma vez

Um rei e uma rainha

Acabou-se a história

Que era pequenina

Era uma vez

Um gato maltês

Foi-se embora

Não sei o que fez.

Era uma vez

Uma vaca Vitória

Morreu a vaquinha

Acabou-se a história.

Era uma vez,

Um gato sapato,

Bigodes de palha

Cabeça de rato

Raposa

 

Está a chover e a nevar,

E a raposa no lagar

A fazer as camisinhas

P’ra amanhã se casar.

Está a chover e a nevar,

E a raposa no quintal

A apanhar laranjas

Para o dia de natal

Macaco

 

Tenho um macaco

Dentro de um saco.

Não sei que lhe faço,

Não sei que lhe diga.

Dou-lhe um pau,

Diz que é mau.

Dou-lhe um osso,

Diz que é grosso.

Dou-lhe um chouriço

-“Isso! Isso!”

Embrulhadas num jornal

O homem que não queria comer couves

 

Era uma vez um homem

Que não gostava de couves

E estava sempre a dizer:

– Couves não hei-de comer!

– Couves não hei-de comer!

Mandaram chamar o pau

Para vir bater no homem

O pau não quis bater no homem

E o homem não quis comer as couves

E estava sempre a dizer:

– Couves não hei-de comer!

– Couves não hei-de comer!

Mandaram chamar o lume

Para vir queimar o pau

O lume não quis queimar o pau

E o pau não quis bater no homem

E o homem não quis comer as couves

E estava sempre a dizer:

– Couves não hei-de comer!

– Couves não hei-de comer!

Mandaram chamar a água

Para vir apagar o fogo

A água não quis apagar o fogo

E o fogo não quis queimar o pau

E o pau não quis bater no homem

E o homem não quis comer as couves

E estava sempre a dizer:

– Couves não hei-de comer!

– Couves não hei-de comer!

Mandaram chamar o boi

Para vir beber a água

O boi não quis beber a água

E a água não quis apagar o fogo

E o fogo não quis queimar o pau

E o pau não quis bater no homem

E o homem não quis comer as couves

E estava sempre a dizer:

– Couves não hei-de comer!

– Couves não hei-de comer!

Mandaram chamar a morte

Para vir levar o boi

A morte quis levar o boi

O boi já quis beber a água

A água já quis apagar o fogo

O fogo já quis queimar o pau

O pau já quis bater no homem

O homem já quis comer as couves:

“eu ouvi sempre dizer

-como é bom couves comer!”

Lá vai o Manelzinho

 

Lá vai o Manelzinho

A cavalo num burrinho

O burrinho é fraco

A cavalo num macaco

O macaco é valente

A cavalo numa trempe

A trempe é de ferro

A cavalo num martelo

O martelo bate sola

A cavalo numa bola

A bola é redonda

A cavalo numa pomba

A pomba é branca

A cavalo numa tranca

A tranca partiu-se

E o Manelzinho caiu

As vozes dos animais

 

Palram o papagaio

E cacareja a galinha;

Os ternos pombos arrulham;

Geme a rola inocentinha.

Muge a vaca; berra o touro;

Grasna a rã; ruge o leão;

O gato mia; uiva o lobo,

Também uiva e ladra o cão.

Relincha o nobre cavalo;

Os elefantes dão urros;

A tímida ovelha bale;

Zurrar é próprio dos burros.

Regouga a sagaz raposa

(bichinho muito matreiro);

Nos ramos cantam as aves;

Mas pia o mocho agoureiro.

Sabem as aves ligeiras

O canto seu variar;

Fazem às vezes gorgeios,

Às vezes põem-se a chilrar.

O pardal, daninho aos campos,

Não aprendeu a cantar;

Como os ratos e as doninhas

Apenas sabe chiar.

O negro corvo crocita;

Zune o mosquito enfadonho;

A serpente no deserto

Solta assobio medonho.

Chia a lebre; grasna o pato;

Ouvem-se os porcos a grunhir;

Libando o suco das flores,

Costuma a abelha zumbir.

Bramam os tigres, as onças;

Pia, pia o pintainho;

Cucurica e canta o galo;

Late e gane o cachorrinho.

A vitelinha dá berros;

O cordeirinho, balidos;

O macaquinho dá guinchos;

A criancinha vagidos.

A fala foi dada ao Homem,

Rei dos outros animais,

Nos versos lidos acima,

Se encontram em pobre rima,

As vozes dos principais.

Pedir Silêncio

Sou pequenino

E quero crescer

Vou pedir aos pés

Vou pedir às mãos

Vou pedir à boca

Para não mexer

Shiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii

Plim,plim, plim

Sou pequenino

Plim, plim, plim

Mas vou crescer

As pernas eu vou cruzar

Os braços vou a arrumar

E a boca eu vou fechar

Trictroc.

Tenho …

Tenho um nariz

Tenho dois olhos

Tenho um boca

E duas faces

Tenho a cabeça

Cheia de ideias

Tenho uma cabeça

Um nariz também

Uma boca, um queixo

E tu também tens

Tenho dois olhos

2 orelhas também

2 braços, 2 pernas

E tu também tens

Tenho 2 mãos

2 dedos também

Vou abanar os dedos

E tu também.

Dedos

 

Dedo mindinho

Seu vizinho

Pai de todos

Fura bolos

Mata piolhos

Dedos

 

Este menino um ovo achou,

Este o assou

Este sal lhe deitou

Este o provou

Este o papou

A Formiga

 

Sete palmos, sete metros

Anda a formiga por dia

Sete palmos a correr

Sete palmos devagar

Só para lamber o mel

Que lentamente escorria

Quer da boca, quer do pão,

Quer dos dedos do Miguel

Outono

 

Outono, Outono

És muito morno.

Perdeste as folhas

Tombaram no quintal.

Trouxeste castanhas

É Castanho o Outono

 

Ficam sem azeitonas

As oliveiras

Nos olivais

Ficam sem uvas

As videiras

Nos vinhais

É castanha e terra

É castanha a folha

Que a chuva molha

A folha cais no chão

Rodopia até mais não

Despidas ficam as árvores,

Umas sim, outras não.

Inverno

 

Cai a chuva

Ping… ping…

Sopra o vento

Cai a chuva

Vum, vum

Ping, ping

Cai a neve,

Sopra o vento

Floc,floc

Vum, vum

Ping, ping

Os livros

 

Apetece-me chamar-lhe irmãos,

Tê-los ao colo

Afagá-los com as mãos

Abri-los de par em par

Ver o Pinóquio a rir

E o D.Quixote a sonhar

E a Alice do outro lado

Do espelho a inventar

Um mundo de assombros

Que dá gosto visitar.

Apetece-me chamar-lhes irmãos

E deixar brilhar os olhos

Nas páginas das duas mãos

Catrapás

 

Catrapás, catrapás

Que grande poeira que o cavalo faz

Catrapés, catrapés

Ele anda com as rodas

Eu ando com os pés

Catrapis, catrapis

É um bom cavalinho

Toda a gente o diz

Catrapás, catrapás

Quanto mais o puxam

Mais ele é veloz

Mas caio, Jesus

Parte-se o cavalo

Catrapuz, catrapuz

Vermelho

 

O morango e o tomate

Foram os dois passear

São ambos vermelhinhos

E tão bons para trincar

Verde

 

Vesti-me toda de verde

E fui para a erva correr

Apareceu uma cabrinha

Que me queria comer

Azul

 

O céu estava azulinho

Azulado estava o mar

Peguei no meu balde azul

E fui para a praia brincar

Amarelo

 

Amarelo é o limão e a manteiga

É amarelo ainda

A cor das pétalas todas

Desta florzinha tão linda

Os sentidos

 

Eu tenho dois olhos

Que são para ver

Eu tenho um nariz

Que é bom para cheirar

Eu tenho uma boca

Que serve para comer

E eu tenho duas orelhas

Que são para escutar

Tenho duas pernas

E tenho dois braços

Servem para andar

A para os abraços

Arrumar a sala

Está na hora de arrumar

A nossa linda salinha

Quem não arrumou

Vai arrumar

Quem já arrumou

Vai se sentar

No seu lugar

Letras

 

A é a letra da águia,

Da Alice e da Anabela,

Trata bem dos animais

E a vida será mais bela.

E é a letra da égua,

Da Edite e da Estrela,

Cuidado com a vaidade

Que ainda partes a tigela.

I é a letra da igreja,

Da ilha e da Isabel,

Ela gosta de iogurtes

E de barcos de papel.

O é a letra dos ovos,

Do Outono e da Olinda,

Põe uma rosa no pote,

Que a sal fica mais linda.

U é a letra das uvas,

Do urso e do Urbano.

Upa, upa, … upa, upa,

Grita a Mi para o seu mano.

Réu

Réu, réu

Vai ao céu,

Vai buscar

O meu chapéu

Se ele é novo

Traz-mo cá

Se ele é velho

Deixa-o lá

O meu Bibe

 

O meu bibe é de risquinhas

Tem botões de uma cor só

Tem atrás duas fitinhas

Para eu lhe dar um nó

À morte ninguém escapa

À morte ninguém escapa,

Nem o rei, nem o papa,

Mas escapo eu.

Compro uma panela,

Custa-me um vintém,

Meto-me dentro dela

E tapo-me muito bem,

Então a morte passa e diz:

– Truz, truz! Quem está ali?

– Aqui, aqui não está ninguém.

– Adeus meus senhores,

Passem muito bem

Árvore

 

Tenho uma arvorezinha

Que hei-de regar

Com água dos céus

A chuva quando irá chegar

Verdes são as suas folhas

E branca a sua flor floriu

Quero vê-la bela

Mais alta do que eu

Nunca da arvorezinha

me hei-de separar

será o mastro do barco

que eu irei comanadar

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Provérbios Invertidos

  1. Quem ri por último é retardado
  2. Os últimos serão desclassificados.
  3. Quem feio ama cego é.
  4. Quem cedo madruga, fica com sono o dia inteiro.
  5. Não deixe para amanhã a sua dor de barriga de hoje.
  6. Gato escaldado, morre.
  7. Quando um não quer, o outro vira de lado.
  8. Sol e chuva vão sair de guarda chuva.
  9. Devagar nunca se chega a lado algum.
  10. Antes tarde do que mais tarde.
  11. Quem tem boca vai ao dentista.
  12. Quem espera sempre cansa.
  13. Boca fechada não fala.
  14. Depois da tempestade vem a gripe.
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Provérbios Modernos

  1. Amigos, amigos; senhas à parte.
  2. A arquivo dado não se olha o formato.
  3. Diz-me o teu perfil no Orkut e te direi quem és.
  4. Para bom provedor uma senha basta.
  5. Não adianta chorar sobre arquivo deletado.
  6. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse.
  7. Hacker que ladra, não morde.
  8. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando.
  9. Mouse sujo se limpa em casa.
  10. Melhor prevenir do que formatar.
  11. Quando a esmola é demais, o santo desconfia que tem vírus anexado.
  12. Quem um 486 ama, um Pentium 4 lhe aparece.
  13. Quem clica seus males multiplica.
  14. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado.
  15. Quem envia o que quer, recebe o que não quer.
  16. Quem não tem banda larga, caça com modem.
  17. Quem nunca errou, que aperte a primeira tecla.
  18. Quem semeia e-mails, colhe spams.
  19. Quem tem dedo vai a Roma.com
  20. Um é pouco, dois é Messenger, três é Chat.
  21. Vão-se os arquivos, ficam os back-ups.
  22. Pão, pão! Queijo, queijo! Humor Tadela, Humor Tadela! – Diz-me que computador tens e direi quem és.
  23. Há dois tipos de pessoas na informática. Os que perderam o HD e os que ainda vão perder.  Na informática, nada se cria, tudo se copia… e depois, se cola.
  24. Quando um não quer, dois não teclam.
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